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O topo da tecnologia: é para lá que a Videolar-Innova caminha sempre. 

 

Nesse esforço, foram destinados ao Polo Industrial de Manaus investimentos de porte à produção do poliestireno, bem como dos filmes de polipropileno biorientado (BOPP), chapas de poliestireno (PS), ABS-Compounding e tampas para bebidas carbonatadas e não-carbonatadas.

 

Acima de tudo, a Videolar-Innova capacita mão-de-obra e dá palco a talentos em diversas áreas.

 

Nessa seção apresentamos também o CTE, Centro de Tecnologia em Estirênicos da Videolar-Innova, referência nacional em produção de patentes, sediado na sua planta petroquímica em Triunfo (RS). 

 

O DNA da inovação, marca registrada do CTE, é para a Videolar-Innova um ativo de altíssimo valor.

 

Poliestireno: Norte e Sul

A Unidade Industrial IV foi erguida no Polo Industrial de Manaus como primeira petroquímica da Região Norte. 

 

Ela produz poliestireno com tecnologia da Total Fina, de origem franco-belga, quarta petrolífera do mundo. De acordo com a demanda do mercado, seu sistema permite a flexibilização nas linhas de produção do poliestireno GPPS (para uso geral) ou HIPS (de alto impacto, com adição de borracha).

 

O monômero de estireno, matéria-prima essencial ao processo, chega ao terminal portuário da Petrobras a partir do Golfo do México e é bombeado direto aos tanques da Videolar-Innova através de tubulações com cerca de quatro quilômetros de extensão.

 

Na Unidade IV se dá a essência da fabricação do poliestireno, que é a polimerização: um grupo simples de átomos se transforma em estrutura de alto peso molecular, composta por unidades estruturais menores e idênticas entre si.

 

De monômero a polímero. De estireno à poliestireno.

 

Desde sua origem, em 2002, a petroquímica cataliza e forma mão-de-obra na Região Norte.

 

A Unidade II, em Triunfo (RS), é a primeira e única planta integrada no país a produzir o monômero de estireno e a resina poliestireno. Aqui são fabricados o GPPS (poliestireno cristal), HIPS (poliestireno de alto impacto) e o EPS (poliestireno expansível).

 

A Unidade II da Videolar-Innova abriga também o Centro de Tecnologia em Estirênicos (CTE), referência internacional na produção de patentes para o segmento.

Polipropileno: Filmes Plásticos, 1000 Usos

A Unidade Industrial I foi concebida para dar espaço ao que há de mais avançado na fabricação de filmes plásticos de polipropileno e bobinas de chapas plásticas de poliestireno (PS).

 

A produção dos filmes plásticos de polipropileno biorientado (BOPP) conta com tecnologia da austríaca Andritz, empresa centenária e de alto prestígio no segmento. 

 

A linha das bobinas de chapas de poliestireno (PS) têm tecnologia da norte-americana Weles.

 

Todo o projeto resultou num grande aporte de conhecimento e capacitação aos profissionais da região, uma vez que a planta é a única nas regiões Norte e Nordeste a produzir filmes e chapas plásticas.

 

A implantação das instalações e seus equipamentos respeitou rigorosamente os requisitos de preservação do meio-ambiente, o que se atesta nas certificações ISO 9001 e ISO 14001 conferidas à Unidade Industrial I.

Tampas Plásticas: Fabricar & Preservar

Toda a concepção da fabricação de tampas plásticas na Videolar-Innova parte de uma premissa que é hoje consciência e requisito dos grandes clientes do segmento de bebidas: a racionalização no uso de energia e matérias-primas, resultando em produtos mais amigáveis à natureza.

 

A Videolar-Innova fabrica suas tampas por compressão, utilizando equipamentos e tecnologia de última geração, o que permite uma produção mais estável e homogênea. A escolha desse processo acarreta economia direta de eletricidade e redução dos rejeitos, em linha com a postura corporativa do uso racional e inteligente dos recursos naturais.

 

As máquinas de impressão se distinguem pela alta qualidade e riqueza no registro de pequenos detalhes mesmo em superfícies irregulares, devido ao processo denominado pad printing, com padrão reconhecidamente mais elevado.

 

A Videolar-Innova tem capacidade de produção superior à 2 bilhões de tampas plásticas por ano.

  

 

CTE: Inteligência Em Estirênicos

O Centro de Tecnologia em Estirênicos (CTE) foi inaugurado em 2005 e chega aos dez anos como referência nacional para o setor. Ele ocupa cerca de 1.000 m2 da planta industrial no Polo Petroquímico do Sul, em Triunfo (RS). 

 

O CTE foi idealizado em detalhes para dar suporte tecnológico e estimular a competitividade do segmento: são quatro laboratórios em dia com o topo dos recursos tecnológicos e pilotados por equipes técnico-científicas preparadas para fornecer todo apoio necessário aos clientes no desenvolvimento de novos produtos e aplicações.

 

As demandas do mercado são dinâmicas e o CTE da Videolar-Innova torna possível acompanhá-las, analisando e aprimorando os produtos.  

 Laboratório de Processamento

 

É dotado de equipamentos com escala industrial que representam os principais processos do segmento (linha de co-extrusão, injetora e termoformadoras). Isso permite que sejam testadas as melhores combinações entre as máquinas de transformação dos clientes e as resinas utilizadas.

 

Ou seja: redução de riscos, maior economia de tempo e esforços.

 

 

Laboratório de Reologia e Simulação

 

Seu sistema de reometria capilar de extrusão é capaz de avaliar o comportamento das resinas em diferentes regimes de processamento, utilizando quantidades reduzidas de amostras.

 

As informações geradas servem também como dados de entrada para o programa simulador de co-extrusão, sugerindo condições operacionais específicas para cada grade Innova.  

 

O resultado final confere ao cliente menor número de tentativas para otimização das condições operacionais. Noutras palavras: máxima produtividade.

 

 

Laboratório de Polimerização

 

Aqui se pesquisam novas formulações para aumentar a competitividade de grades já existentes e também para o desenvolvimento de novos produtos.

 

Testes em escala piloto são realizados através do Sistema de Polimerização desenvolvido pela equipe de T&D da Innova, com patente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI): ele reproduz o processo de fabricação do poliestireno de alto impacto e agiliza o ciclo de desenvolvimento de produtos.

 

 

Laboratório de Caracterização

 

Aqui é possível caracterizar com detalhes a composição, estrutura e propriedades dos produtos em desenvolvimento, bem como de materiais e peças finais dos clientes, tais como chapas, embalagens (injetadas e termoformadas), itens descartáveis, espumados ou mesmo bens duráveis como os das indústrias de refrigeração e de eletroeletrônicos.

 

O CTE também está capacitado a apoiar os clientes de estireno em suas aplicações finais (resinas acrílicas e de poliésteres, elastômeros e EPS).

 

Essa estrutura é dedicada especialmente a atender demandas de clientes, seja para que as resinas atinjam determinadas propriedades ou para agilizar um processo de aplicação. É também possível avaliar as propriedades das peças finais e sugerir novos testes para a otimização dos produtos.

 

Isso significa menor risco no processo de desenvolvimento, economia de tempo e economia de esforços para o cliente.